segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
Presente
Estou numa época muito otimista da minha vida, porém pouco pratica. Isso de trocar de emprego é bem desgastante e tenho muitas emoções a flor da pele. Graças a Deus não é medo. Pois isso é algo que eu não sinto muito. Não tenho medo de recomeçar, de reconhecer erros, de fazer tudo de novo. Acho que o maior medo que tenho é ter que amargar algo que não tive coragem de fazer e ficar cozinhando esse mal sentimento. Então evito isso com todo meu ser. Quer ser feliz. E felicidade é reduzir ao máximo as possibilidades de amargar qualquer coisa.
Então foi por isso que decidi trocar de emprego. Desde que o foco da minha área mudou, minhas atividades passaram a não existir e predominaram atividades mais administrativas e de desenho que não estão relacionadas à minha área de formação.
Não significa que eu não tenha interesse em aprender, mas as condições gerais do meu trabalho também não eram das mais adequadas. Faltava muita coisa para eu me sentir confortável aqui, uma delas é compreensão, pois alem de não ser minha área de formação, também não tentavam entender minhas opiniões, isso minhas colegas, minha chefe sempre valorizou minhas opiniões, pois justamente a chefe dela é brasileira e pensamos igual com relação a muitas coisas.
A coisa é que pouco a pouco fui me desmotivando e me cansando a ponto de me desconectar do resto do grupo. Eu e minhas lentes de hipermetropia passamos a olhar com mais carinho outros horizontes. E um deles foi justamente continuar escrevendo, mas para outros meios que realmente valorizem o trabalho. É que eu sinto que nasci para isso. Escrevo sobre muitas coisas diferentes. Gosto disso e gosto de explorar novos caminhos e possibilidades, tanto através de textos literários, criticas, resumos, banners, textos publicitários... adoro as letras, os idiomas e todas suas variações.
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